Venha e apenas diga sim
Você sabe que é hora de manter isso simples
Vamos dar uma chance e esperar o melhor
A melhor coisa sobre mim é você. (Ar)
domingo, 19 de dezembro de 2010
sexta-feira, 17 de dezembro de 2010
Durante um trajeto pela rodovia, pensava-me: daqui a 48 horas estarei aqui novamente, só que na contramão, e não sei quanto a minha alma, tenho a possibilidade de estar sem alma, porque a nossa despedida poderá arrancá-la e deixá-la presa ao chão. Assim como me sinto agora: presa. Tudo tem você. Não faço mais nada a não ser me deparar contigo. Existe pior prisão que essa? Onde no nada se faz silêncio e no silêncio encontro o eterno acontrável? Vanessa de Oliveira
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Metáfora
Restos de cacos de vidros no canto de uma sala escura silenciosa. Coisas pequenas estendidas ao chão. Enxergava graças à claridade da lua no céu. Feixes de luz da lua passavam por entre uma pequena janela mais ao alto. Percebia-se uma enorme árvore pelo lado de fora. Um sofá mofado ao centro com umas peças de roupas sujas. Rasgos de folhas de papel no chão lateral. Tentei encontrar teias de aranha, não sei o que me levou a tentar encontrá-las, mas fui crente que acharia. Não achei. Recentemente habitável, tudo é somente descuido. Retrato metafórico do meu interior.
Quando sentir saudade, não chore.
lembre-se, os passarinhos estão cantando felizes lá fora, as flores estão desabrochando, a vida esta acontecendo.
Enquanto existir vida, lembrarei-me de você.
Enquanto eu repirar eu te amarei.
Enquanto você existir, saberás a significância que você faz.
saberás a falta que você me faz.
lembre-se, os passarinhos estão cantando felizes lá fora, as flores estão desabrochando, a vida esta acontecendo.
Enquanto existir vida, lembrarei-me de você.
Enquanto eu repirar eu te amarei.
Enquanto você existir, saberás a significância que você faz.
saberás a falta que você me faz.
terça-feira, 14 de dezembro de 2010
segunda-feira, 13 de dezembro de 2010
Ah, que se o amor não é mais como antes, meu bem,
deve ser do mundo que gira ou de uma outra mulher a culpa.
deve ser do tempo que passa e das rugas distantes do rosto,
mas vistas de longe no fundo da alma;
do gosto que muda de quando em vez.
calma! espera por mim (de novo e sempre um carinho se fez).
não vale a pena sangrar por sangrar, crescer de véspera,
fugir diante das palmas, lembrar de rolar um pranto, enfim...
não durma antes de sonhar!
(M. G.)
deve ser do mundo que gira ou de uma outra mulher a culpa.
deve ser do tempo que passa e das rugas distantes do rosto,
mas vistas de longe no fundo da alma;
do gosto que muda de quando em vez.
calma! espera por mim (de novo e sempre um carinho se fez).
não vale a pena sangrar por sangrar, crescer de véspera,
fugir diante das palmas, lembrar de rolar um pranto, enfim...
não durma antes de sonhar!
(M. G.)
Não quero datas.
Não conte as horas.
Não gosto de horas.
Elas levam você sem você querer ir.
Preciso alcançar o céu.Quero tocar o Sol.
Quero tocar uma modinhasó pra fazer você se apaixonar,
só pra te iluminar com o brilho dos meus olhos ao te ver,
só pra amenizar o meu sofrer com um acorde em lá menor.
Quando a brisa brinca com meus cabelos
eu sei que é você sussurrando meu nome em algum canto.
E tentando me encontrar, você canta.
Mas eu não posso te ouvir, não posso te ver, não posso te tocar.
Há um muro de asfalto entre nós, são punhais e punhais de frases incompletas,
nuvens de promessas alcoólicas que pairam no ar.
Não quis duvidar do Sol e abri meu coração
Não quero estrelas, não conte as flores.
Não gosto de amores,Aqueles que fazem sofrer
Aqueles que levam você sem você querer ir.
[Aqueles que fazem sorrir]
Ao meu amor, que me leva onde quero, sem saber se quero ir.
(Eloisa F.)
Não conte as horas.
Não gosto de horas.
Elas levam você sem você querer ir.
Preciso alcançar o céu.Quero tocar o Sol.
Quero tocar uma modinhasó pra fazer você se apaixonar,
só pra te iluminar com o brilho dos meus olhos ao te ver,
só pra amenizar o meu sofrer com um acorde em lá menor.
Quando a brisa brinca com meus cabelos
eu sei que é você sussurrando meu nome em algum canto.
E tentando me encontrar, você canta.
Mas eu não posso te ouvir, não posso te ver, não posso te tocar.
Há um muro de asfalto entre nós, são punhais e punhais de frases incompletas,
nuvens de promessas alcoólicas que pairam no ar.
Não quis duvidar do Sol e abri meu coração
Não quero estrelas, não conte as flores.
Não gosto de amores,Aqueles que fazem sofrer
Aqueles que levam você sem você querer ir.
[Aqueles que fazem sorrir]
Ao meu amor, que me leva onde quero, sem saber se quero ir.
(Eloisa F.)
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